Médico, irmã e esposa grávida são atropelados por motorista de ônibus

18 de janeiro de 2013

Fonte G1
médico ortopedista Raymundo Pereira da Silva Filho, sua esposa Nirlana Teixeira e a irmã do médico, a advogada Arli Patrícia Silva foram atropelados por um motorista de ônibus na segunda-feira (14), em Lauro de Freitas, região Metropolitana de Salvador. De acordo com o advogado da família, Antônio Tanure, o atropelo foi proposital.
Médico, irmã e esposa grávida são atropelados por motorista de ônibus bahia (Foto: Antônio Tanure  / Arquivo pessoal) 
“Primeiro aconteceu um acidente de trânsito, o motorista de ônibus bateu no fundo do carro onde estavam o médico e a irmã dele. A esposa seguia em outro carro, logo a frente. Ela viu o acidente com o ônibus e decidiu descer, para apoiá-los. Eles resolveram fotografar o acidente para apresentar para a seguradora de veículos, quando o motorista do ônibus ficou irritado e acelerou para cima deles”, informou ao G1 o advogado.

Raymundo Pereira da Silva conseguiu salvar a mulher, que está grávida de sete meses, mas foi atingido e levado por uma equipe de socorristas para o Hospital Aliança, onde segue internado. A esposa teve escoriações leves, foi atendida no local do acidente, passou por exames e ela e o bebê passam bem. Já a advogada Arli foi encaminhada para o Hospital Geral do Estado (HGE) e transferida nesta quinta-feira (17) para o Hospital Santa Isabel, onde deve passar por uma cirurgia. Segundo o advogado Tanure, “Raymundo está internado em estado grave, na UTI. Ele sofreu fraturas na coluna, fratura exposta na perna e traumatismo cranioencefálico. A irmã dele deve passar por uma cirurgia no tórax ainda hoje”.

O delegado Joelson Reis, titular da 23ª delegacia, em Lauro de Freitas, responsável pelo caso, disse que o motorista ainda não se apresentou na unidade policial. “O caso foi registrado no mesmo dia. O motorista do ônibus não pode ser preso em flagrante, mas a representação pela prisão será feita depois. O inquérito já foi instaurado e agora começo a ouvir as testemunhas e uma das vítimas, Nirlana, que deve comparecer à delegacia ainda hoje. Depende apenas do seu estado de saúde”, disse Reis.

Tanure informou que a advogada da Via Nova, havia dito que a empresa iria prestar toda assistência médica. “Arli não tem plano de saúde e está sendo atendida pelo SUS. Até agora não recebemos nenhuma assistência deles”. Em contato com o G1, a advogada da empresa, Andréa Vidal, disse que só está se pronunciando através da assessoria de imprensa.

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